Windows Live Messenger + Facebook

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A Verdadeira Justiça - VINGANÇA

Os Princípios do Rei:

VINGANÇA (Mt 5:38-42; Lv 24:19-22). A lei original era justa, pois impedia que as pessoas obrigassem o transgressor a pagar um preço maior do que o merecido por sua ofensa e também evitava a retaliação. Jesus substitui a lei por uma atitude: estejam dispostos a sofrer a perda, em vez de causar sofrimento a outros. É evidente que ele aplica esse princípio a ofensas pessoais, não em nível coletivo ou nacional. A pessoa que busca a vingança causa apenas mais sofrimento a si mesma e ao transgressor, e o resultado é guerra, não paz.
A fim de “dar a outra face”, devemos permanecer onde estamos e não fugir, uma atitude que requer fé e amor. Também quer dizer que nós podemos ser feridos, mas é melhor ser ferido por fora do que danificado por dentro. Significa, ainda, que devemos procurar ajudar o pecador. Estamos vulneráveis, pois ele pode nos atacar novamente, mas somos vitoriosos, pois Jesus está do nosso lado, ajudando-nos a construir nosso caráter. De acordo como os psicólogos, a violência nasce da fraqueza, e não da força. O homem forte é capaz de amar e de sofrer, enquanto o fraco pensa apenas em si mesmo e fere os outros para se defender. Depois, foge para se proteger.

pr.iloir@gmail.com

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Verdadeira Justiça - JURAMENTO

Os Princípios do Rei:

JURAMENTO (Mt 5:33-37; Lv 19:12; Dt 23:23). Trata-se do pecado de usar juramentos para reforçar a veracidade de uma declaração. Os fariseus usavam vários tipos de artifício para esquivar-se da verdade, e o juramento era um deles. Evitavam usar o nome santo de Deus, mas empregavam aproximações como a cidade de Jerusalém, céu, terra, ou alguma parte do corpo.
Jesus ensina que nossa conversas devem ser tão honestas e nosso caráter tão verdadeiro que não haja necessidade de usar qualquer outro recurso para fazer as pessoas acreditarem em nós. As palavras dependem do caráter, e juramentos não são capazes de compensar a falta de caráter. “No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente” (Pv 10:19). Quanto mais palavras alguém usar para nos convencer, mais desconfiados devemos ficar.

pr.iloir@gmail.com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A Verdadeira Justiça - ADULTÉRIO

Os Princípios do Rei:

Adultério (Mt 5:27-30; Êx 20:14). Jesus assevera a pureza da lei de Deus e, em seguida, explica que a intenção dessa lei é revelar a santidade do sexo e a pecaminosidade do coração humano. Deus criou o sexo e protege essa criação. Tem autoridade para determinar como deve ser usado e para punir os que se rebelam contra suas leis. Deus não estabeleceu regras para o sexo porque nos deseja controlar, mas sim porque deseja nos abençoar. Deus sempre diz “não” para dizer “sim”.
A impureza sexual nasce dos desejos do coração. Mais uma vez, Jesus não está dizendo que desejos lascivos são a mesma coisa que praticar lascivas e, portanto, que a pessoa pode aproveitar e cometer adultério de fato, uma vez que já fez em pensamento.
O desejo e a prática não são idênticos, mas, em termos espirituais, são equivalentes. O “olhar” que Jesus menciona não é apenas casual e de relance; antes, é um olhar fixo e demorado com o propósito lascivos. É possível um homem olhar de relance para uma mulher, constatar que ela é linda, mas não ter pensamentos lascivos depois disso. O homem que Jesus descreve olha para a mulher com o propósito de alimentar seus apetites sexuais interiores, como substituto para o ato sexual em si. Não é uma situação acidental, mas um ato planejado.
Como vencer essas tentações? Pela purificação dos desejos do coração (o apetite conduz a ação) e pela disciplina das ações do corpo. Claro que Jesus não está falando literalmente de realizar uma cirurgia, pois isso não resolveria o problema do coração. Em se tratando dos pecados sexuais, os olhos e as mãos são geralmente os dois grandes “culpados”; portanto, são eles que devem ser disciplinados. Jesus diz: “trate o pecado de maneira imediata e decisiva! Não pense num tratamento gradual. A remoção deve ser radical!” A cirurgia espiritual é mais importante do que a cirurgia física, pois os pecados do corpo podem levar ao julgamento eterno. Convém refletir sobre passagens como Colossenses 3:5 e Romanos 6:13; 12:1,2; 13:14.

pr.iloir@hotmail.com

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A Verdadeira Justiça - HOMICÍDIO

Os princípios do Rei:

A Justiça em ação na vida diária – MT 5:21-26
Jesus selecionou seis leis importantes do Antigo Testamento e as interpretou para o povo à luz da vida nova que veio oferecer, sendo a primeira lei q vamos estudar agora – HOMICÍDIO.
Fez uma alteração fundamental sem, no entanto, mudar o padrão de Deus: tratou das atitudes e intenções do coração, não apenas de ações aparentes. Os fariseus diziam que a justiça consistia em realizar determinadas ações. Jesus diz que o cerne da justiça são as atitudes do coração.
O mesmo se aplica ao pecado: os fariseus tinham uma lista de ações exteriores considerado pecado, mas Jesus explicou que o pecado provém das atitudes do coração. A ira sem motivo é homicídio no coração; a lascívia é adultério no coração. A pessoa que afirma “viver segundo o sermão do monte” talvez não perceba que é mais difícil seguir esses preceitos do que os Dez Mandamentos!

HOMICÍDIO – ÊX 20:13; MT 5:21-26.
Segundo uma estatística, uma em cada trinta e cinco mortes é por assassinato, a maior parte deles é “crimes passionais” causados pela ira descontrolada entre amigos e parentes. Jesus não diz que a ira conduz ao homicídio, mas sim que a ira é uma forma de homicídio.
Existe uma ira santa contra o pecado (Ef 4:26), mas Jesus refere-se aqui a uma ira pecaminosa contra as pessoas. A palavra que usa em Mateus 5:22 significa “ira cultivada, malignidade alimentada no ser interior”. Jesus descreve uma experiência pecaminosa constituída de vários estágios. Primeiro, a manifestação de uma ira sem motivo. Depois, a explosão dessa ira em palavras, que põe mais lenha na fogueira e, por fim, leva a condenação: “Seu tolo, seu rebelde obstinado!”
A ira pecaminosa é insensata, pois nos faz destruir em vez de edificar. Tira nossa liberdade e nos faz prisioneiros. Odiar alguém é cometer homicídio no coração (1 Jo :15).
Isso não significa que devemos matar alguém de fato , uma vez que já fizemos intimamente. Por certo, os sentimento pecaminosos não servem de desculpas ações pecaminosas. A ira pecaminosa rompe nossa comunhão com Deus e com os irmãos, mas não faz que sejamos presos como assassinos. No entanto, não foram poucos os que se tornaram homicidas por não conseguir seu furor.
A ira deve ser encarada honestamente e confessada diante de Deus como pecado. Devemos procurar a pessoa ofendida e colocar as coisas em ordem sem demora. Quanto mais esperamos, pior se torna a escravidão! Quando recusamos a reconciliação, condenamo-nos a uma terrível prisão. (Para mais conselhos a esse respeito, ver Mt 18:15-20.) Alguém disse bem que a pessoa que se recusa a perdoar seu irmão está destruindo a mesma ponte sobre a qual precisa andar.

pr.iloir@gmail.com