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domingo, 24 de julho de 2011

DOAÇÃO DE SANGUE

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Várias crianças tiveram morte instantânea. As demais ficaram muito feridas, entre elas, uma menina de oito anos, em estado grave.

Ela precisava de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sangüíneo, mas, infelizmente, ninguém na equipe médica era compatível.

Chamaram os moradores da aldeia e, com a ajuda de uma intérprete, lhes explicaram o que estava acontecendo. A maioria não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Após testar o tipo sangüíneo dos poucos candidatos que restaram, constataram que somente um menino estava em condições de socorrê-la.

Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto, enquanto seu sangue era coletado. Passado alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para a intérprete perguntou a ele se estava doendo. Ele disse que não.

Mas não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho.

O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico porque ele estava chorando:
- Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.

O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou:
- Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue?

- Porque ela é minha amiga.

Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
João 15.13

pr.iloir@hotmail.com

quinta-feira, 14 de julho de 2011

INVERNO RIGOROSO

Certa vez os índios perguntaram ao novo cacique se o inverno seria rigoroso naquele ano.

Ao contrário do seu falecido pai, que nunca tinha errado uma única previsão do tempo em toda a sua vida, ele não tinha a menor idéia de como fazer isso, mas, para não ficar sem dar uma resposta, afirmou que o inverno seria rigoroso.

Imediatamente, todos saíram em busca de lenha para armazenar.

O rapaz, preocupado com a situação (afinal, a sua palavra estava em jogo), resolveu ligar para o serviço de meteorologia daquela região indagando como seria o inverno naquele ano: - Será rigoroso, responderam-lhe eles.

Com o endosso do serviço meteorológico, chamou os índios e reforçou sua previsão de um inverno rigoroso.

Os índios, então, intensificaram a coleta de lenha e passaram a se dedicar quase que exclusivamente só a isso.

Preocupado agora com o frenesi que se instalou na aldeia, o cacique consultou novamente o serviço de meteorologia: - O inverno vai ser muito rigoroso, confirmaram eles.

- Vocês têm certeza disso, é claro? - perguntou-lhes o jovem, tentando reencontrar sua paz interior.

- Sim, temos absoluta certeza! - respondeu-lhe o pessoal da metereologia.

- Mas, como vocês podem ter tanta certeza? Como vocês fazem para prever o clima assim, com tanta antecedência, sem medo de errar?

A explicação daqueles metereologistas quase matou o jovem cacique do coração:
- Escute, meu amigo, nossa estação metereológica fica próxima de uma aldeia indígena que há décadas nos ajuda a fazer a previsão do tempo. Quando os índios começam a juntar muita lenha, é porque o inverno vai ser muito rigoroso. Pode confiar!


Deixai-os; são guias cegos; ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão no barranco. Mateus 15.14

pr.iloir@gmail.com

DEIXE A RAIVA SECAR

Certa vez uma menina ganhou um lindo brinquedo no dia do seu aniversário, mas uma amiguinha o levou para sua casa sem permissão e o destruiu antes mesmo dela brincar uma única vez com ele.

Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela. Mas a mãe ponderou:

- Você se lembra daquela vez que você chegou em casa com lama no seu sapato? Você queria limpar imediatamente aquela sujeira, mas sua avó não deixou. Ela lhe disse para deixar o barro secar, pois assim ficaria mais fácil limpar.

- Sim, mamãe, eu me lembro.

- Pois é, meu amor, com a raiva é a mesma coisa. Deixe-a secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mais tarde, a campainha tocou: era a amiga trazendo um brinquedo novo, em reposição ao que havia quebrado, pelo que se desculpou.

E a menina respondeu:

- Não faz mal, não, minha raiva já secou!


Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males. O Senhor lhe pague segundo suas obras.
II Timóteo 4.14

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