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sexta-feira, 11 de maio de 2012

A RESPEITO DO SER E FAZER

O apóstolo Pedro negou Jesus três vezes, com medo das conseqüências de sua identificação com alguém sob severo julgamento na iminência de ser crucificado. Mas não se pode dizer que Pedro era um covarde. Prometera a Jesus seguí-lo até a morte, e, de fato, no Getsêmani quando Jesus estava sendo preso, se opôs aos soldados romanos, inclusive cortando a orelha de um deles. Isso indica que se Pedro não era muito bom com a espada, pelo menos estava falando sério quando prometeu lutar e morrer por Jesus. Pedro fez algo reprovável. Mas seu erro foi um incidente, e não uma prática constante. Fugiu, mas não era covarde. Há grande diferença entre o que uma pessoa é e o que uma pessoa faz, desde que o fazer não seja um padrão de comportamento. Isto é, uma coisa é mentir, outra é ser mentiroso; uma é não dividir o sorvete, outra é ser egoísta; uma, é socorrer um aflito, outra é ser compassivo. Os atos dizem muito pouco quando não expressam uma natureza. Por esta razão Jesus iniciou o Sermão do Monte com as Bem-Aventuranças, descrevendo seus discípulos em termos do que são, e não do que fazem: misericordiosos, pacificadores, puros de coração. Parece óbvio que somente quem tem uma natureza pacificadora consegue virar a outra face após ser agredido; somente quem é misericordioso consegue andar uma segunda milha com o incômodo companheiro; somente quem é puro de coração consegue olhar um corpo insinuante sem intenções inadequadas. Mais importa o que você é do que o que você faz. Primeiro, porque quando você faz o que não é, o fazer é um peso enorme, e nunca resulta em gratificação: por mais que você faça, está sempre insatisfeito e vazio. Depois, porque quando você é, o que você faz flui naturalmente, sem muito esforço, como aquela comparação de Jesus onde o natural é que de uma laranjeira surjam laranjas. “Escolha o novo mundo” é muito mais do que um apelo a ações e gestos de bondade e beneficência. É um imperativo para mudança de mente, meta-nóia, expansão da consciência, transformação pessoal, novo jeito de viver. É mais do que um estímulo a servir pessoas no período de Natal. É um desafio a ser como Cristo: servo de todos, e sempre. pastor.iloir@gmail.com

domingo, 4 de março de 2012

O RICO E O CAMELO

Texto: Mt 19.23-24 Introdução: Jesus, neste texto de Mateus 19.23, 24, faz um comparativo entre o comportamento de um rico, que o tira do Reino de Deus, isto é, perda da salvação e um camelo que é o modelo de um verdadeiro cristão.

Vejamos o modelo do camelo que devemos imitar:

1 – É um animal constituído de grande capacidade para enfrentar desertos e condições adversas - Os dias são maus - Somos um povo do deserto - O treinamento de um profeta é no deserto - Lc 1.80 - "O menino cresceu e ficou forte de espírito. E viveu no deserto até o dia em que apareceu diante do povo de Israel" - Todos os que são cheios do Espírito são levados ao deserto - Antes de iniciar o cumprimento da missão somos levados ao deserto para o teste da convicção do chamado.
2 – Ajoelha para ser montado e conduzido - Ser dócil - Ser tratável - Ser servidor - Amar uns aos outros - Saber qual a sua missão e se dispor a cumprí-la

3 – Animal que armazena grande quantidade de água para grandes travessias - Analise o exemplo das virgens sábias de Mateus 25.1-13 - Muitos vão à igreja, ouvem a mensagem, porém, no próximo dia já não se lembra - Deus só da a quem tem zelo e guarda (anotar e meditar) - Sl 119.11 - Tudo o que ouve e escreve fica registrado - A igreja eficaz é a que armazena uma grande quantidade de água (ensinamentos pela Palavra de Deus)

4 – O camelo é uma animal cargueiro
- Agüenta peso - Isaque foi aperfeiçoado carregando lenha - Quer ser herdeiro. Carregue lenha para o sacrifício - Isaque carregava lenha juntinho a Abraão, seu pai. - Quando obedecemos e carregamos lenha, andamos juntinho ao Pai
5 – É um animal ruminante
- É a igreja de Bereia - Ouvir, anotar, rever, meditar e orar - Dar credibilidade à Palavra e seus princípios que geram vida
6 – Os pés do camelo é constituido de forma que não atola no deserto
- Uso do calçado apropriado, isto é, equipamentos adequados para cada situação - Efésios 6.15 - "Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz" - Deus quer que caminhemos no deserto sem atolar - "Irmãos, eu quero que vocês lembrem do que aconteceu com os nossos antepassados que seguiram Moisés. Todos foram protegidos pela nuvem e passaram pelo mar Vermelho. Como seguidores de Moisés, eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos comeram da mesma comida espiritual e beberam da mesma bebida espiritual. Pois bebiam daquela rocha espiritual que ia com eles; e a rocha era Cristo. Mas Deus não ficou contente com a maioria deles, e por isso eles morreram, e os seus corpos ficaram espalhados no deserto" 1 Co 10.1-5 - Foram batizados na nuvem e no mar, comeram da mesma comida espiritual, que é Cristo. Porém, muitos foram rejeitados - Só sobrevive no deserto quem é protegido e guiado pela nuvem (Espírito Santo) - Métodos humanos não funcionam sem o governo do Espírito Santo.

Conclusão: A vida cristã é comparada ao comportamento de um camelo pois, o Reino de Deus só é tomado por esforço, e renúncia total até a morte do "eu" (João 12.24).

Pastor Iloir José
Ministério Sangue, Fogo e Unção

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O CUIDADO

I Pedro 5:6 Humilhai-vos, portanto, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte.
7 Lançai sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

De acordo com I Pe 5:7, deve-se entregar todos os cuidados - passados, presentes e futuros - ao Senhor de uma vez por todas. Não se deve lançar as ansiedades sobre ele aos poucos, retendo as preocupações que acreditamos ser capazes de resolver por conta própria. Guardar "pequenas ansiedades" fará com que logo elas se transformem em grandes problemas! Cada vez que surge um novo fardo, devemos, pela fé, lembrar o Senhor (e nós mesmos) de que já o entregamos a Ele.
Se havia alguém que sabia, por experiência própria, que Deus cuida de seus filhos era Pedro! Quando lemos os quatro Evangelhos, descobrimos que Pedro participou de vários milagres.
Jesus curou a sogra de Pedro - Mc 1:29,31
Deu lhes uma grande pescaria - Lc 5:1-11
Ajudou-o a pagar o imposto que devia ao templo - Mt 17:24-27
Ajudou-o a caminhar sobre as águas - Mt 14:22-33
Reparou o mal que causou a Malco ao cortar a orelha desse servo - Lc 22:50,51; Jo 18:10,11
Até livrou Pedro da prisão - At 12

Observou a maneira que Deus demonstra seu amor e cuida de seus filhos quando lhe entregamos nossas preocupações?
Eu creio que Deus realiza quatro ministérios em nosso favor:
1º Dá-nos coragem para enfrentar as preocupações com honestidade e não fugir delas - Is 41:10
2º Dá-nos a sabedoria necessária para compreender a situação - Tg 1:5
3º Dá-nos força para fazer o que é preciso - Fp 4:13
4º Dá-nos a fé necessária para crer que Ele fará o resto - Sl 37:5

Há quem entregue seus fardos a Deus pensando que Ele fará tudo! É importante deixarmos que o Senhor opere em nós e também por nós, de modo que devemos estar preparados quando as respostas vierem.

" CONFIA OS TEUS CUIDADOS AO SENHOR, E ELE TE SUSTERÁ" SALMOS 55:22

pr.iloir@gmail.com

domingo, 25 de dezembro de 2011

SOLDADO SOFRE

II Timóteo 2.3

“Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo”.

Propósito Geral: Encorajador.

Idéia Central: Deus usa até o sofrimento para nos transformar e salvar.

Neste texto bíblico, Paulo relata que sofria por causa do Evangelho e convida Timóteo a sofrer com ele. Este é um convite difícil de aceitar, pois ninguém quer sofrer na vida, no entanto, o sofrimento é uma realidade humana. Deus deu ao homem o livre arbítrio e não os impede de agir segundo seus próprios corações, mesmo que isso continue causando tanto sofrimento neste mundo. No entanto, em sua bondade e misericórdia, Deus usa até o sofrimento para nos transformar e salvar. Veja estes exemplos bíblicos:

1. O sofrimento de José do Egito.

Era um sujeitinho tão exaltado que acabou irritando os seus irmãos que, numa hora de muita raiva, para não o matarem, acabaram vendendo-o como escravo a uma caravana que ia ao Egito, mas Deus usou o seu sofrimento para mudar o seu caráter, para depois poder usá-lo para salvar a sua família.


2. O sofrimento de Jonas.

Jonas era um profetinha medroso, egoísta e desobediente. Por causa disso, acabou indo parar no ventre de um grande peixe, mas Deus usou a sua angústia para mudar o seu caráter, para depois poder usá-lo para salvar o povo de Nínive.

3. O sofrimento de Deus.

José do Egito e Jonas tomaram decisões erradas e sofreram por isso. Mas Jesus, ao contrário destes dois, nasceu sem pecado e jamais pecou em sua vida. No entanto, Deus, em Cristo, escolheu sofrer em nosso lugar, pelos nossos pecados. E, por meio do seu sofrimento e da sua morte, Ele nos deu vida.

CONCLUSÃO

Paulo, Timóteo, José do Egito, Jonas e Jesus: Estas histórias provam que o nosso Deus sabe usar até mesmo o sofrimento para nos transformar e salvar.

DEUS SEJA LOUVADO!

pr.iloir@gmail.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

UMA FLOR HORROROSA

O parque estava quase deserto quando me sentei num banco embaixo dos ramos de um velho carvalho, desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois parecia que o mundo estava conspirando contra mim.

Eu queria ficar só, mas, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar, parou na minha frente, cabeça pendente, e, cheio de orgulho, disse-me:
- Veja o que encontrei, e estendeu em minha direção uma flor horrosamente decaída, macetada, nas últimas.

Querendo me ver livre do garoto o quanto antes, fingi um pálido sorriso e tentei iniciar a leitura de um livro de auto-ajuda, mas, ao invés de ir embora, ele se sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e disse:
- O seu cheiro é ótimo. Fique com ela!

Então, estendi minha mão para pegá-la e respondi com ironia:
- Obrigado, menino, essa flor era tudo o que eu precisava para completar o meu dia.

Mas, ao invés de estender o braço, ele manteve a flor no ar, para que eu a pegasse de suas mãos. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego.
- De nada, disse ele sorrindo, feliz por ter feito uma boa ação.

Uma ação tão boa que me fez ver a mediocridade dos meus pensamentos e das minhas atitudes diante dos reveses da vida.

Bem-aventurados os olhos que vêem o que vós vedes. Lucas 10.23

pr.iloir@gmail.com