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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Fruto do Espírito

O FRUTO DO ESPÍRITO É O AMOR

1. O amor é a essência da natureza de Deus e o alicerce para a manifestação de todas as virtudes do fruto do Espírito - 1 Jo 4:7 a 9; Rm 5:5; Gl 5:6.
2. O amor (Agape) deve ser a marca distintiva do cristão e desenvolvido nas 3 dimensões abaixo ( Mt 22:37 a 39; Jo 13:34 e 35):
a) A dimensão Vertical – O amor para com Deus – Devemos amá-lo de todo o nosso coração, e isso envolve nossa alma e espírito, com todo o potencial da nossa mente, intelecto, vontade e emoções. A maior prova desse amor para com Deus é a obediência - Jo 14: 15,21,23 e 24.
b) A dimensão Horizontal – O amor para com o próximo – O crente deve amar a todos os seus semelhantes, inclusive os inimigos. Este amor está subordinado, controlado e dirigido pelo seu amor e devoção a Deus - 1 Jo 1:6 e 7; 4:19 a 21; Ec 4:9 a 12.
c) A dimensão interior – O amor para comigo mesmo – Não é um amor egoísta, que busca somente os seus próprios interesses. Mas, o amor que leva o crente a cuidar de suas necessidades físicas e pessoais, como também de sua vida espiritual. Se o crente não ama a si mesmo, e não se preocupa com a sua vida, não mostrará nenhum interesse pelas necessidades de seu próximo - 1Co 13:7.

II – AS DIFERENTES PROPRIEDADES DO FRUTO DO ESPÍRITO

1. AMOR – É o amor divino repartido com os homens, que nos permite amar como Ele ama. É o amor sem interesses, espontâneo, imutável, sacrificial, sem nada querer em troca - Cl 3:14.
2. GOZO – É a alegria que o Espírito Santo nos dá como resultado de nossa comunhão com Jesus. Sentimos alegria e regozijo espiritual por causa da salvação, presença, bênçãos e promessas de Deus - Rm 15:13; Fl 4:4.
3. PAZ – É um estado ou condição de tranqüilidade e quietude de coração e mente, que independem das circunstâncias. Essa calma interior é resultado da confiança em Deus e da comunhão entre o crente e o Pai celestial - Fp 4:7.
4. LONGANIMIDADE – A palavra significa literalmente “longo ânimo”. É quando o ânimo é prolongado e sustentado pelo amor. É ser perseverante, paciente, tardio para irar-se, suportando as tribulações e dificuldades sem murmurações e desespero.
5. BENIGNIDADE – É a gentileza do espírito, a faculdade de sempre “desejar bem”. Inclui a ternura, a compaixão, e a doçura de temperamento, que faz o crente não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor. Também tem o sentido de bondade - Ef 4:32; Cl 3:12.
6. BONDADE – É a verdadeira prática do bem. É o amor e a generosidade posto em ação sob a forma de serviço e doação - Ef 5:9.
7. FIDELIDADE - É a virtude do fruto do Espírito que está relacionada a fé, lealdade, honestidade e confiabilidade - Ap 2:10.
8. MANSIDÃO – É o resultado da verdadeira humildade. O amor que exprime submissão, moderação, modéstia, consideração com o próximo, sem qualquer idéia de fraqueza ou sentimento de inferioridade - Sl 37:11.
9. TEMPERANÇA ou DOMÍNIO PRÓPRIO – É a capacidade espiritual do cristão para controlar-se em todas as áreas de sua vida. Por exemplo: sexualidade, cobiça por riquezas, alimentação, o autocontrole da língua, da mente, do uso do tempo, etc.

III – A VONTADE DE DEUS É QUE PRODUZAMOS MUITO FRUTO

1. Fomos chamados para produzir o fruto do Espírito e este fruto deve permanecer. O ensino final de Paulo em Gálatas, sobre o fruto do Espírito, é que não há qualquer lei contra a produção do fruto espiritual ou restrição para que o crente viva segundo os princípios aqui ensinados - Gl 5:23; Jo 15:16.
2. “... e limpa toda aquela que dá fruto para que dê mais fruto” - Jo 15:2. É necessário permitir que Deus opere em nossa vida para que ela seja um ramo saudável da videira, e que produza muito fruto espiritual.

Pastor Iloir Silva
pr.iloir@yahoo.com.br

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Batismo com o Espírito Santo

A PROMESSA DO DERRAMENTO DO ESPÍRITO SANTO

Desde o Antigo Testamento, vemos promessas de Deus com relação a um derramar do Espírito Santo nos últimos dias sobre os homens, de tal maneira que o sobrenatural seria liberado poderosamente sobre suas vidas (Jl 2:28,29; Ez 37:14). Depois, já no prelúdio dos tempos da graça, João Batista profetizou sobre a mesma coisa: "Eu vos batizo em água para arrependimento, mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu... Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo..."(Mt 3:11,12). Da mesma sorte, quando Jesus se manifestou, e especialmente depois que ressuscitou, Ele confirmou a promessa e ordenou que seus discípulos não saíssem para a tarefa de evangelizar o mundo, sem que antes fossem cheios do Espírito Santo ou "revestidos de poder" (At 1:8;Lc 24:49).

O CUMPRIMENTO DA PROMESSA

No dia de Petecostes, algumas semanas após a ascensão de Cristo, cumpriu-se a promessa (ainda que creiamos que o seu cumprimento pleno se dará num mover final, um avivamento sem precedentes que virá sobre a terra nos últimos dias). Não há dúvida de que a partir de Pentecostes, os crentes passaram a gozar do privilégio de ser cheios do Espírito Santo, como Deus prometera (At2:16) fica claro que aquela experiência não se resume à geração apostólica, mas a todos os que viessem a crer (At 2:38,39)


Pastor Iloir Silva
pr.iloir@yahoo.com.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

" PNEUMATOLOGIA "

O Espírito Santo Pode ser Tirado do Crente?

O Espírito Santo jamais se afasta do crente fiel (Romanos 8.9; 1 Coríntios 3.16; 6.19). Todavia, o Espírito se retira quando a fé é abandonada; quando a voz do Espírito não mais é ouvida; quando os corações ficam endurecidos a tal ponto que não há mais possibilidade de arrependimento (Romanos 8.7-19). O Espírito Santo não se retira por qualquer pecado. Ele está em nós justamente para nos convencer do pecado, da justiça e do juízo, e nos levar ao arrependimento. Mas se continuarmos na rebeldia, sem sincero propósito de deixarmos o pecado, já não seremos membros do Corpo de Cristo:

“SE PECARMOS VOLUNTARIAMENTE, DEPOIS DE TERMOS RECEBIDO O CONHECIMENTO DA VERDADE, JÁ NÃO RESTA MAIS SACRIFÍCIOS PELOS PECADOS, MAS UMA CERTA EXPECTAÇÃO HORRÍVEL DE JUÍZO E ARDOR DE FOGO, QUE HÁ DE DEVORAR OS ADVERSÁRIOS” (Hebreus 10.26-27; Juízes 16.20)

O rei Davi, após cometer o terrível pecado de adultério, e tendo sido co-autor de um homicídio, clamou a Deus:

“Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo” (Salmos 51.11).

Perder o Espírito Santo significa perder a salvação. Para não perdermos a salvação devemos continuar ligados à Videira Verdadeira. Leiam: João 15.6; Colossenses 1.23; 1 Coríntios 15.2; Hebreus 2.3; 3.14; 10.38; 1 João 1.7.

Pastor Iloir Silva
pr.iloir@yahoo.com.br